
Mapeamento de demandas
Professores mapeiam demandas da Funasa para construção da plataforma de dados do BigData
Antes de lançar um projeto novo, principalmente se tratando de uma plataforma de dados, é fundamental entender quais informações esse sistema precisa ser capaz de entregar. "A gente está juntando tudo isso para subsidiar a construção da plataforma do BigData-Funasa de forma que atenda a todo o escopo de necessidade informacional", explica Caio Costa, professor do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (FACE/ADM) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação Profissional em Administração Pública (PGAP/UnB).
O professor é responsável por coordenar o levantamento das requisições externas de informação, rastreando o que é perguntado à Funasa via portal Fala BR, acórdãos do Tribunal de Contas da União (TCU) e parlamento, mas também atento a requisições internas da própria Funasa, como registros sobre doenças e outros problemas ligados à condições precárias de saneamento e abastecimento de água.
O trabalho está organizado em três frentes simultâneas. Liderando as pesquisas estão Caio Costa, Flávio Gaspar, doutorando em Administração Pública pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), responsável por levantar os dados sobre saúde e demandas prioritárias dentro da fundação, e Paulo Ricardo Reis, professor do Departamento de Gestão de Políticas Públicas (UnB), responsável por mapear os programas e políticas da instituição com foco na construção de indicadores alinhados a cada ação.
Nesse processo, foram identificadas e mapeadas bases de dados estratégicas para o projeto, entre elas o Datasus, o Munic do IBGE, o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), o Atlas Esgotos e o Sisagua. A equipe também analisou o Relatório de Gestão 2024 da Funasa como referência para os próximos passos a serem seguidos.